07/03/2017 às 08h40min - Atualizada em 07/03/2017 às 08h40min

Posto da Prodemge facilita a vida de empresário de Muriaé

SEGOV - Governo de Minas - Central de Imprensa

Fiel ao certificado digital da Prodemge, o empresário José Antonio Camargo, de Muriaé, no Território Mata, lamentava ter de se deslocar até Juiz de Fora (170 quilômetros) ou Belo Horizonte (310 quilômetros) para renovar os certificados digitais da empresa, a Auto Escola Via Brasil, aberta há nove anos. No ano passado, contudo, ele pôde contratar o serviço na própria cidade.

Instalado dentro da UAI, no Centro, o posto de atendimento da Prodemge de Muriaé, inaugurado em janeiro de 2016, faz parte de um esforço de interiorização do serviço de certificação digital iniciado em 2015 e que segue a política do governo de Minas de aproximar-se do cidadão do interior, por meio dos Fóruns Regionais. Foram abertos postos de atendimento da Companhia em 16 cidades, todos em UAI’s, sendo que em alguns desses municípios o serviço de certificação digital não existia ou era ofertado de forma desfavorável para as pequenas empresas e escritórios de contabilidade.

“O que me deixou ainda mais satisfeito foi que a Prodemge trouxe para Muriaé o mesmo padrão de atendimento que tinha em Belo Horizonte e em Juiz de Fora. Rápido, prático e porque não dizer, simpático”, atesta José Antonio Camargo.


 
Obrigatoriedade

A interiorização do serviço da Prodemge coincide com a ampliação da obrigatoriedade do certificado digital para pequenas empresas e também para a administração pública municipal.

Neste ano, por exemplo, o certificado digital passou a ser exigido de empresas do Simples Nacional com mais de três empregados para enviar informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias para a Receita Federal. Já está em vigor também a obrigatoriedade da Nota Fiscal de Consumidor eletrônica (NF-e) para as casas comerciais com faturamento superior a R$ 360 mil por ano. Alterações nos contratos sociais também passaram a ser feitas mediante certificado digital dos sócios.

Já nas prefeituras, o prefeito e o vice-prefeito, pelo menos, devem ter o certificado digital para que a administração municipal tenha acesso ao Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi) da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O fornecimento de dados fiscais, financeiros e contábeis, por meio do Siconfi, é obrigatório para as prefeituras.
 
Preço

Diante da obrigatoriedade e do momento adverso da economia brasileira, o preço dos certificados torna-se um fator importante para as pequenas empresas e prefeituras. É o que destaca o comerciante Ronald de Souza Marum, de Muriaé. Dono de uma distribuidora de bebidas há cinco anos, ele usa o certificado digital para emitir notas fiscais. “Uma despesa menor em cem, duzentos reais, faz diferença para quem é pequeno como eu”, diz Ronald.

O preço dos certificados digitais da Prodemge também é apontado pela contadora Eudóxia Egídia Rodrigues Cataldo como determinante. Ela diz que soube da abertura do posto de atendimento em Muriaé por meio de servidores da Junta Comercial na cidade. “O preço está muito bom e o atendimento é rápido. Por isso, fiz meus dois últimos certificados lá e tenho encaminhado todos os meus clientes para a Prodemge”, diz.

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