21/12/2016 às 08h16min - Atualizada em 21/12/2016 às 08h16min

Leitor diz que a melhor notícia para Leopoldina em 2017 é a geração de empregos

Reabertura do Centro de Distribuição da Eletrozema fica em primeiro lugar entre as opções colocadas para votação na enquete.

Luiz Otávio Meneghite

Em todo final de ano criam-se expectativas e formulam-se desejos para o Ano Novo. As pessoas esperam que tudo mude e alimentam sonhos e desejos de que somente coisas boas se realizem no ano que vai começar. São grandes as esperanças de que tudo de ruim que aconteceu no ano velho não se repita no ano novo. Grande parte dos sonhos e desejos são os que envolvem a si próprio e os familiares. Bens materiais são objetos de desejo da população, mas existem aqueles que pensam somente em serem felizes nos lugares em que vivem e ai pensam coletivamente. Claro que para verem seus sonhos realizados é preciso de uma mãozinha de quem tem poder e saiba exercê-lo com dignidade. Existem muitas coisas que se acontecerem com a sua cidade vão, com certeza, melhorar a vida de todos que nela vivem. Assim, baseados em contatos feitos com o jornal pelos leitores, colocamos em foco a enquete cujo resultado você no infográfico:


O fechamento do CD da Zema e o desemprego causado


O Grupo Zema decidiu desativar menos de um ano após a sua inauguração, o Centro de Distribuição (CD) em Leopoldina, que recebeu investimentos de R$ 25 milhões em sua construção. Além dos impactos negativos provocados pela crise econômica e pelo aumento dos custos, a aprovação do Projeto de Lei 2.817/15, que reajusta a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação Serviços (ICMS) incidente sobre diversos produtos comercializados pelo grupo e sobre a energia elétrica, tornou inviável a manutenção da unidade em funcionamento. Com o fechamento do CD Zema em Leopoldina foram eliminados 89 empregos diretos e mais de 30 indiretos. O CD de Leopoldina era responsável pelo abastecimento de 106 lojas localizadas em Minas, Rio de Janeiro e Espírito Santo.


CEFET-Leopoldina fez enquete para saber qual curso superior a população quer

O CEFET- Campus Leopoldina realizou uma pesquisa de opinião pública para saber qual novo curso superior deve oferecer a seus alunos. A instituição está passando por uma expansão e se consolidando como unidade de Ensino Superior no setor de engenharias. Neste sentido, sua direção ouviu a comunidade do entorno de Leopoldina tornando este processo participativo e mais próximo da realidade de seus futuros alunos, conforme informou o diretor do CEFET, Douglas Martins. Em março de 2017, o CEFET-Leopoldina vai dar início ao curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Internet das Coisas, abrindo mais uma oportunidade de qualificação para aqueles que já possuem graduação. Paralelamente a direção daquela instituição volta-se para ampliar a oferta de cursos superior de qualidade e gratuitos na região. A enquete popular, disponibilizada através da internet pelo link http://leopoldina.cefetmg.br/pagina.php?enquete , teve o objetivo de contribuir para que a direção da unidade e do CEFET definam o melhor curso a ser implantado. Douglas informou também que sua equipe está trabalhando no sentido de abrir o novo curso em agosto de 2017. Os participantes da enquete puderam escolher entre os cursos de engenharia da computação, elétrica e mecânica, podendo ainda indicar um quarto curso, explicou. A enquete quis saber também qual o melhor período para a implantação do curso, se matutino, vespertino ou noturno. "Todas estas informações serão estudadas, analisadas e levadas em consideração no momento da decisão porque sabemos que ali está a vontade da população", finalizou.

Prefeitura paga R$130 mil para UEMG manter curso de pedagogia

Desde que chegou a Leopoldina ofertando o curso de pedagogia, anunciado como o primeiro de muitos que viriam depois, a UEMG não evoluiu, até porque o único curso que oferece não tem muito apelo na sociedade o que pode ser comprovado pelo baixo número de alunos inscritos. O Município mantém convênio com a Fundação de Apoio e Desenvolvimento da Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais para a manutenção do curso de Pedagogia e da Unidade Acadêmica da UEMG em Leopoldina. Com vigência até o último dia 30 de novembro de 2016, o convênio poderá ser alterado e prorrogado mediante termo aditivo. A Prefeitura de Leopoldina pagou R$ 130.000,00 durante o ano de 2016 para o funcionamento da UEMG. Em âmbito estadual, a UEMG, que está presente em 11 cidades mineiras, tem em sua grade curricular uma oferta de 62 cursos, incluindo as modalidades de graduação, pós-graduação, cursos à distância e extensão. Recentemente, houve uma movimentação no sentido dela passar a funcionar no prédio onde funciona a E.E. Emílio Ramos Pinto e que ali instalada ampliaria a ofertas de cursos superiores em Leopoldina, entre eles o de licenciatura em História e diversas especializações nas áreas de educação. O prédio pertence à Prefeitura de Leopoldina e é pleiteado pelo Estado para abrigar a UEMG através de um termo de cessão de uso de imóvel. Na ocasião, chegou-se a anunciar que o objetivo é que o prédio passasse por uma reforma com investimentos previstos de quinhentos a seiscentos mil reais, segundo revelou a diretora da UEMG em Leopoldina Beatriz Bento.

Novo Pronto Socorro e novo CTI tem suas obras paralisadas

A parceria com a Casa de Caridade Leopoldinense foi uma das alternativas da Prefeitura para melhorar as condições do Pronto Socorro Municipal e ampliar a oferta de leitos no CTI. Com o apoio dos deputados estadual, Antônio Jorge e federal, Marcus Pestana foi  possível dar inicio a  estas duas importantes obras em  Leopoldina. Infelizmente, quem passa na região do Hospital, percebe que  as construções estão paralisadas. Se forem retomadas e concluídas, com certeza vão reorganizar a estrutura física dos serviços de atenção de urgência e emergência e com isso desafogar o fluxo de pacientes do Pronto Socorro no Hospital. Ganharão os profissionais da saúde e os pacientes usuários, com a melhoria das condições do atendimento e de trabalho.

Dinheiro para tratamento do esgoto de Leopoldina só depende do Governo Federal
Esgoto jorrando sob a ponte da Marechal Deodoro
O prefeito José Roberto de Oliveira e o Secretário Municipal do Meio Ambiente, Marco Antonio Toledo Gorrado foram recebidos em audiência pelo Ministro das Cidades, Bruno Araújo, no dia 17 de agosto de 2016, em companhia do deputado federal Marcus Pestana. Na pauta, a liberação dos recursos necessários para o saneamento dos córregos que cortam a cidade: o Feijão Crú, o Jacaréacanga, (que atravessa toda a extensão dos bairros Bela Vista, São Cristóvão, Jardim Bela Vista e São Sebastião), o do bairro Quinta Residência e o do bairro Três Cruzes com base em projeto de saneamento elaborado para a cidade de Leopoldina cujos custos alcançam a cifra de R$29.196.581,48 e já estão previstos no PAC 2. O projeto básico consiste na captação do esgoto lançado nos córregos através da instalação de interceptores colocados nas suas margens e a construção de duas ETEs-Estações de Tratamento de Esgoto, uma na saída para Cataguases que captaria os efluentes do Feijão Crú e Quinta Residência e outra abaixo do bairro Thomé Nogueira captando os resíduos do Jacaréacanga e do córrego que corta o bairro Três Cruzes. Em resumo: a Prefeitura de Leopoldina já fez o dever  de casa, só falta agora o Governo Federal fazer a sua parte.

Lojas Americanas tem inauguração esperada para o primeiro semestre de 2017
Valter Matos, José Roberto de Oliveira, Henrique Abrahim e Luiz Cabral conhecendo o projeto.
A construção do prédio que vai abrigar as Lojas Americanas na rua Barão de Cotegipe principal via de comércio da cidade  envolve investimentos de cerca de R$ 1 milhão e meio e gera postos de trabalhos diretos e indiretos. A atração da empresa para Leopoldina contou com todo o aparato da Prefeitura de Leopoldina, principalmente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, cujo titular, Valter Carlos Gonçalves Matos agilizou, em nome do prefeito José Roberto de Oliveira, todos os trâmites burocráticos com o objetivo de agilizar os pré-requisitos para que a construção da loja, no coração da cidade saia de forma correta e eficaz. A construção está sendo feita pelo investidor Henrique Abrahim que negociou com as Lojas Americanas o projeto recomendado pela rede de lojas e ocupa uma área de cerca de 1.500 m2, e conta com um canteiro de obras de aproximadamente 860 metros quadrados de construção. A previsão é que a conclusão da obra aconteça ainda no primeiro trimestre de 2017.

Fonte: Arquivo do Jornal Leopoldinense

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