30/05/2020 às 13h38min - Atualizada em 30/05/2020 às 13h38min

Reflexão durante a quarentena

Uma das minhas netas que tem 3 anos, a Maria, acredita que o vírus (Colona Vilus) é assim que ela o chama, anda por aí nas ruas pegando crianças. Na semana passada ela disse ao tio Luciano que ela “saiu de casa e o vilus não pegou ela”. Santa inocência!
 
Curioso é que alguns adultos ainda pensam como a Maria, que o Vírus está nas ruas, mas não irá atingi-los. Ignoram que estamos numa guerra onde o inimigo pode avançar e nos vencer e por nós nem ser percebido. Não podemos vacilar quando em jogo está nossa vida e a vida dos que amamos nem tampouco permitir que paixões políticas determinem nossas ações. O vírus não escolherá quem é de direita ou de esquerda e desconhece fanatismos políticos. Simplesmente liquidará com a ignorância do cidadão ou cidadã que descuidar–se das recomendações de proteção. Vida agora é o mais importante.
 
Algumas pessoas tentam argumentar que a fome estará presente nos lares caso o comércio continue de portas fechadas. Estas pessoas talvez desconheçam que novas modalidades de vendas, mesmo a portas fechadas, por telefone ou pela internet possam ser efetuadas como já está acontecendo. Desconhecem que não só o Brasil, mas o mundo inteiro sofrerá o impacto dessa pandemia. No mundo inteiro a fome e a desestabilização na indústria e no comércio serão o fantasma a assombrar o planeta. Entretanto, com fé e coragem, o mundo se erguerá como sempre fez. A economia sempre encontrou uma maneira de recuperar-se, mesmo a duras penas como na gripe espanhola e tantas outras calamidades que assolaram o planeta. A vida não, uma vez extinta é para sempre e é nosso dever preservá-la. É nosso dever, se possível, manter o isolamento social, deixar a circulação nas ruas somente para as pessoas com necessidades extremas de ali estar. Sejamos conscientes, sejamos inteligentes, para aceitar e cumprir as orientações dos profissionais de saúde.
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