15/02/2018 às 07h43min - Atualizada em 15/02/2018 às 07h43min

Quando o inglês é mais que necessário

 
A interdependência está em tudo e, definitivamente, não sobrevivemos sozinhos neste mundo. Educar nossos jovens para perceber esta relação é poder oferecer-lhes as ferramentas necessárias para a liderança no futuro, onde, cada vez mais, as pessoas terão opções e as farão de acordo com seus objetivos pessoais. No passado, não sonhávamos usufruir de uma qualidade de vida que nos desse tantas escolhas! O domínio de uma língua estrangeira torna o jovem mais competitivo.

E hoje, com o mercado globalizado, em mudanças constantes, as carreiras são mais dinâmicas. Para organizações em que o uso de um segundo idioma, como o Inglês, é corrente, a definição de uma política de formação em língua estrangeira é primordial. Há empresas que custeiam 100% do curso para todos os colaboradores e, em contrapartida, exigem frequência mínima de 80% e nota mínima 7 nas avaliações.

Para outras, a fluência no idioma é exigida ao candidato porque o processo seletivo prevê entrevista com gestores das matrizes via tele ou videoconferência, de modo que a falta de conhecimento não permite sequência no processo. Consequentemente, o cenário de mercado leva quem não tem fluência a encontrar li
mitações na ascensão profissional. Além disso, conhecer outros idiomas pode ser também um critério de desempate em uma seleção, especialmente se a empresa for global.

Uma pesquisa desenvolvida pela Robert Half*, realizada com 100 diretores de RH de empresas brasileiras, mostrou que, apesar de a fluência em inglês já ser considerada importante para o negócio, em mais de 80% das companhias, ainda são poucos os profissionais que possuem o domínio do idioma. Entre os entrevistados, apenas 20% alcançaram nível avançado; 45%, intermediário e os outros 35% oscilaram entre os níveis básico e elementar.

 
Entretanto, antes de pensar em aprender finlandês, porque a pessoa pretende trabalhar na Nokia, na Electrolux ou coreano, para atuar na Samsung, o mais óbvio é investir no Inglês, pois o profissional estará preparado para esse dinamismo. O que pode fazer a diferença então é o nível de conhecimento do inglês. E para se aprender um idioma, são necessários dois fatores: Boas Fontes – professores bem formados, capacitados para a prática de todas as habilidades do idioma (leitura e compreensão, escrita, fala e audição) e Disciplina – dedicação e regularidade para exercitar todos os dias.  
 
O líder entre iguais será o profissional que melhor compreender a relação de interdependência, valorizá-la e alinhá-la aos objetivos da organização, com total comprometimento com suas respectivas equipes.
 
Nota: Os dados e estatísticas do texto foram extraídos da Edição nº 338 da Publicação “Melhor Gestão de Pessoas” (ABRH Brasil)
 
*A Robert Half é líder mundial em recrutamento especializado, com mais de 350 escritórios e aproximadamente 12.800 colaboradores em 21 países. Fundada em 1948, a empresa foi pioneira no recrutamento especializado de profissionais qualificados para a área financeira.


 
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