21/03/2018 às 11h01min - Atualizada em 21/03/2018 às 11h01min

Servidores presentes em Assembléia rejeitam proposta de 2,5% da Prefeitura e contrapropõem 10%

Nas argumentações a de que o reajuste real no salário é que de fato faz a diferença na hora da aposentadoria ou até mesmo durante o afastamento das funções para tratamento de saúde.

Assembleía realizada na noite de terça-feira, 20 de março, no Cutubas
Os servidores municipais presentes na Assembleia Geral Extraordinária na noite de terça-feira, 20 de março promovida pelo SINSERPU no salão Social do Clube Cutubas, rejeitaram por unanimidade a proposta de reajuste de 2,5% nos salários e R$ 10,00 no Auxílio Alimentação, enviada pela Administração no finalzinho da tarde.

Segundo nota distribuída à imprensa pelo Assessor Sindical Amaury da Silva Santos,  “a categoria ficou indignada com a notória desvalorização da administração ao encaminhar tal proposta, pois além de estar muito abaixo do pedido pelos trabalhadores, que foi 12% de perdas dos últimos anos, a administração na sua proposta sequer demonstra a intenção de reduzir essas perdas”.

Ainda de acordo com o Assessor Sindical, “a Assembleia foi muito discutida entre os trabalhadores e membros da direção do sindicato e após esgotados os limites, ficou deliberado uma contraproposta da categoria que será protocolada nesta quarta-feira, 21 de março, pelo sindicato contendo a reivindicação de 10% de reajuste salarial, podendo o Auxílio Alimentação permanecer no valor em que está”.

A nota distribuída à imprensa pelo Sinserpu diz que “nas argumentações dos trabalhadores o reajuste real no salário é que de fato faz a diferença na hora de sua aposentadoria ou até mesmo quando por questões de saúde tenham de afastar das funções por um determinado tempo. Por isso a importância de reduzir perdas, para que de fato a categoria tenha ganho real. Os servidores demonstraram durante a discussão certa preocupação com o argumento utilizado pelos gestores em relação aos índices propostos, da necessidade de vigilância ao limite com gastos de pessoal imposto pela Lei de responsabilidade Fiscal. Ocorre que, na opinião dos trabalhadores, para isso realmente as vezes é necessário de fato o corte na própria carne pela administração, ex. redução de cargos de confiança, redução nas contratações temporárias e se necessário, redução nos salários de secretários e até do próprio prefeito. Se essas medidas forem tomadas com certeza o gasto com pessoal pode diminuir bem, o que não dar mais para suportar é que os servidores sejam crucificados com reajustes de baixos índices, que sequer dar poder de compra aos trabalhadores”.

Fonte> Amaury da Silva Santos-Assessor Sindical e de Imprensa do Sinserpu

Link
Tags »
Notícias Relacionadas »
Comentários »