30/04/2018 às 10h00min - Atualizada em 30/04/2018 às 10h00min

Leitor escreve: Brasil que eu quero, não, Leopoldina que eu quero!

“Vimos no principal canal jornalístico da televisão aberta a campanha "O Brasil que eu quero", mas com tantas postagens vou inovar e falar da "A Leopoldina que eu quero"

Por Sandromar Moreira dos Santos 

“Gostaria que nossa cidade houvesse senso crítico por parte de nossos vereadores para que seus ordenados fossem reduzidos à média do que ganha um professor municipal ou um enfermeiro do hospital, pois não vejo a função política mais importante do que aquelas que lidam com o ser humano todos os dias, sendo submetidos a diversos níveis de stress e desvalorização do seu trabalho. Então, porque o salário do vereador é mais importante que estes que citei?

Não vou aqui falar de saúde, educação e segurança, pois como estes são direitos básicos, portanto são obrigações a cumprir e não um fato extraordinário.

Mas, chama a atenção na educação, o desânimo que alguns profissionais encontram, pois sem autoridade na sala de aula e sendo constantemente desafiados, levam a uma carga de stress do profissional ao extremo.

Mas a quem culpar? Não há culpados e sim responsáveis, que neste caso me dirijo as famílias, para que acompanhem a educação dos filhos, e não confunda que a escola leva conteúdo e informação e não educação, e quando um professor alerta a família que seu filho está tendo postura equivocada na escola, acaba o professor sendo responsabilizado ou criticado. Se queremos formar um futuro para nós e nossos filhos, comecemos pela Educação em casa e acompanhando os filhos na escola.


Um fato que me entristece nesta cidade, é a falta de planejamento urbano e o cuidado com nossos bairros, pois como está, parece abandonada.

Qual a impressão que passa quando uma família ou um empresário visita a nossa cidade, para fim de se instalar, quando rodam os bairros? 

A começar que não temos entradas bem cuidadas, vamos ao exemplo do pórtico na Rua José Peres, mato alto, palmeiras plantadas que não foram tratadas, algumas morreram outras crescem em desigualdade com as demais.

Quando vamos ao Bahamas, do lado particular passeio feito e capim roçado, do lado público, mato alto e falta de passeio, Quaresmeiras plantadas e abandonadas à própria sorte.

Na Acácio Serpa, um canteiro central abandonado, rua mal conservada. Na ida para o bairro Três Cruzes, as pessoas transitam na rua pois não há um passeio feito, ou árvores plantadas para fazerem sombra.

Subindo os morros dos bairros Bela Vista e São Cristóvão, a falta de passeio também constitui um problema. No Vale do Sol, um problema crônico com a subida que não se revolve há muitos anos. Creio que se for falar de cada bairro a lista será extensa.

Quem tem lembrança de outrora, quando nossas árvores eram cortadas de forma correta e educadas e não deixadas para serem mutiladas ou mortas, como está sendo feito hoje.

Já foi feito matérias de praças abandonadas em nossa cidade, e tudo continua o mesmo. Não falo em investimentos pesados, mas ações simples de cuidado.

Nós moradores desta cidade também temos responsabilidades, de cobrar o que é de direito, acompanhar, e também cuidar, principalmente da nossa rua.

Não é ficar esperando alguém fazer, é simplesmente se mover, temos vários exemplos ai afora, em que a população cuida do bem público.

Não quero com esta matéria ser um crítico de ninguém, mas chamar a atenção para que possamos ser agentes transformadores de uma cidade para melhor”.

Pavimentação e canteiro central na avenida Acácio Serpa

Rua do Bahamas

Avenida Acácio Serpa no trecho próximo ao Posto Novo Milênio(Foto João Gabriel B. Meneghite)

Mato e buraco na entrada de Leopoldina

Fotos de Luciano Baia Meneghite e Arquivo do Jornal Leopoldinense

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