13/08/2014 às 20h33min - Atualizada em 13/08/2014 às 20h33min

Dilma: político promissor, Campos poderia galgar os mais altos postos do país

Paulo Victor Chagas - Edição: Fábio Massalli
Agência Brasil
“Para além das nossas divergências, sempre mantivemos uma relação de respeito mútuo”, disse a presidenta Dilma Rousseff Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff voltou a se manifestar nesta tarde sobre a morte do ex-governador de Pernambuco e candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos. Segundo ela, Campos era um político promissor que poderia galgar os mais altos postos do país. “Em nome do governo brasileiro e do povo brasileiro, gostaria de dar os mais profundos pêsames à família de Eduardo Campos; à sua mãe, Ana Arraes; à dona Renata, como ele carinhosamente chamava sua esposa; a seus filhos e a toda família”, disse há pouco, no Palácio do Planalto.

Dilma disse que ainda não conseguiu falar com a família do ex-governador, apesar de tentar contato com Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União, mas telefonou ao governador do estado, João Soares Lyra Neto, colocando à disposição de Pernambuco todas as condições materiais que puderem ser fornecidas pelo governo federal. Consternada, a presidenta garantiu que irá ao velório do político “sem sombra de dúvidas”.

“O Brasil perde uma jovem liderança com um futuro extremamente promissor pela frente. Um homem que poderia galgar os mais altos postos do país”, afirmou. A presidenta disse esperar que o exemplo de Campos sirva para mantê-lo vivo nas memórias e corações dos brasileiros. “Devemos acatar com reconhecimento que nós, seres humanos, somos afetados pela fragilidade da vida, mas também pela força e exemplo das pessoas”.

Dilma também estendeu condolências às famílias dos assessores que acompanhavam o político na tragédia e dos tripulantes. “Para além das nossas divergências, sempre mantivemos uma relação de respeito mútuo”, disse.

Conforme nota oficial divulgada anteriormente, Dilma frisou o luto de três dias e a suspensão de sua agenda por três dias. “O Brasil vai agora prantear esse grande brasileiro que morreu no dia de hoje”, disse.


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