14/03/2019 às 09h28min - Atualizada em 15/03/2019 às 09h28min

Presidente do Sindicato se manifesta em favor da categoria dos taxistas

Sobre a cobrança acima do preço normal, ele acredita ser um fato isolado e que os táxis são numerados sendo fácil a identificação de quem cometeu o erro.

João Gabriel B. Meneghite
O Presidente do Sindicato dos Taxistas Euler Neto
Em contato informal com a reportagem do jornal Leopoldinense, o Presidente do Sindicato dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários de Leopoldina, Euler Neto se manifestou em favor da categoria por causa da matéria publicada no Jornal Leopoldinense sobre a reclamação do Vereador Pastor Darci relacionada a cobrança abusiva que teria sido praticada por um taxista. 
 
Sobre a informação de cobrança acima do preço normal, ele acredita ser um fato isolado. Salientou ainda que “os táxis são numerados, sendo fácil a identificação de quem fez a cobrança abusiva, devendo o autor da reclamação informar ao sindicato para que sejam tomadas medidas para evitar tal situação”. Euler finalizou dizendo que “é preciso ficar claro que o setor é composto por profissionais sérios e honestos”.

PARA REFRESCAR A MEMÓRIA

Vereador Pastor Darci relata reclamações sobre cobranças abusivas do serviço de táxi

Segundo ele a exigência de recibo é uma alternativa para coibir a cobrança de valores abusivos por parte dos motoristas e propôs uma audiência pública sobre o tema.

O serviço de táxi em Leopoldina foi tema de discussão em recente reunião ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina. Utilizando-se do expediente de oradores inscritos, o vereador Pastor Darci José Portella denunciou que está havendo abuso na cobrança das corridas e defendeu a implantação de taxímetro e do aplicativo Uber na cidade.
Em seu pronunciamento, o parlamentar relatou um fato ocorrido com sua filha que, ao adentrar num táxi, ouviu um taxista comentando com o motorista de que poderia cobrar bem a corrida, pois o pai da passageira tinha dinheiro. Foi anunciado, então, que o valor da corrida do centro da cidade até o Bairro Imperador seria de R$30,00. O vereador explicou que sua filha, não concordando como preço apresentado, saiu do veículo e procurou outro taxista que prestou o serviço com o preço de R$12,00. Segundo Pastor Darci, ele já recebeu outras reclamações neste mesmo sentido e sugeriu que as pessoas que utilizam o serviço de táxi passem a exigir recibo como forma de coibir a cobrança de valores abusivos. O vereador disse acreditar que os proprietários dos veículos não compactuam com esta prática imoral e que não são todos os motoristas que adotam tal postura.

Diante dessa situação, o parlamentar defendeu a implantação do taxímetro e do aplicativo Uber, citando que percebeu a diferença de preço entre os taxistas e o aplicativo em recente viagem. Durante a discussão do tema, Rogério Campos Machado lembrou que o Executivo precisa respeitar a lei que determina a implantação de taxímetro em municípios com mais de 50 mil habitantes. Jacques Villela relatou uma experiência positiva que teve com o aplicativo Uber em recente viagem a São Paulo. Antônio Carlos Martins Pimentel, além de apoiar o posicionamento dos oradores, alertou sobre a alta velocidade praticada por alguns taxistas. Pastor Darci José Portella concluiu seu pronunciamento reforçando a orientação para que os cidadãos passem a exigir o recibo com o valor cobrado pelo motorista. Ele afirmou que não se pode esperar mais para resolver esse problema e anunciou que apresentará um requerimento para realização de uma audiência pública a fim de discutir este tema. Disse entender que esta prática não é comum a todos os motoristas, mas reconheceu a necessidade de adoção de medidas para coibir estes abusos. (Fonte> Câmara Municipal de Leopoldina)
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