11/07/2020 às 10h00min - Atualizada em 11/07/2020 às 15h50min

Bispo da Diocese de Leopoldina, Dom Edson Oriolo, completa 5 anos de vida episcopal

Ele foi sagrado bispo no dia 11 de julho de 2015, sendo nomeado pelo Papa Francisco para a Arquidiocese de Belo Horizonte, na Capital mineira.

Dom Edson e o Papa Francisco (Foto: O Sul de Minas)
O bispo da Diocese de Leopoldina, dom Edson José Oriolo dos Santos, de 55 anos de idade, completa neste sábado, 11 de julho de 2020, 5 anos de ordenação episcopal. A celebração em Ação de Graças acontecerá às 16:00 horas, na Catedral de São Sebastião, Sé episcopal localizada no município de Leopoldina (MG).

Sacerdotes de diversas regiões do Brasil e do mundo enviam cumprimentos ao bispo pela data, principalmente da Igreja Particular de Leopoldina que, através do vigário geral, padre Volnei Ferreira Noro, representando todo o clero, publicou uma mensagem cumprimentando dom Edson pela data.

“Em nome da Diocese de Leopoldina e do nosso clero,  rogo ao bom Deus que continue a abençoar nosso Bispo Dom Edson José Oriolo dos Santos,  por ocasião dos seus 5 anos de vida Episcopal, vida a serviço da Igreja, ao povo de Deus e a inúmeros sacerdotes. Parabéns e felicidades”, comentou.

Dom Edson foi sagrado bispo no dia 11 de julho de 2015, sendo nomeado pelo Papa Francisco para a Arquidiocese de Belo Horizonte, na Capital mineira. Sua posse aconteceu na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, onde exerceu a função de sacerdote e cura desse templo católico.

Dom João Bosco Oliver de Faria foi quem ordenou dom Edson como sacerdote, em 1990 e, bispo, em 2015. Na ocasião de sua posse episcopal ele fez um discurso lembrando a trajetória de dom Edson desde o seminário, dizendo que sua família foi sempre a força propulsora e sustentadora de sua vocação sacerdotal.

“Eu o recebi no seminário quando ele tinha apenas 13 anos. Era muito apegado à família. Seminarista novo, quantas vezes o vi chorar pelos corredores do seminário. Sempre pensava que ele não ia voltar, mas o chamado de Jesus ecoava forte no seu coração e ele sempre voltava. Sua família foi o seu apoio na fidelidade ao sacerdócio”, comentou.



Sobre dom Edson José Oriolo dos Santos.

 Ele é filho de José Eugênio dos Santos e Alzira Oriolo dos Santos (in-memorian), nascido no dia 18 de setembro de 1964, em Itajubá (MG). Aos 13 anos de idade entrou para o Seminário Nossa Senhora Auxiliadora, em Pouso Alegre, onde também formou-se em filosofia. Foi ordenado padre no dia 05 de maio de 1990, por dom João Bosco Oliver de Faria, na Matriz São José Operário, em sua terra natal.

Além da formação filosófica, tem graduação em teologia pelo Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, de Taubaté (SP). Fez mestrado em Filosofia Social pela PUC Campinas; É especialista em Aristóteles, pela Unicamp; em Marketing, pela Universidade Gama Filho, onde também fez a pós-graduação em Gestão de Pessoas.

Na Arquidiocese de Pouso Alegre foi vigário paroquial da Paróquia São Sebastião, em São Sebastião da Bela Vista; Vigário paroquial da Paróquia São Francisco de Paula, em Ouro Fino; Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Borda da Mata; Pároco da Paróquia Bom Jesus e Cura da Catedral Metropolitana de Pouso Alegre.

Como docente, trabalhou no Seminário da Arquidiocese de Pouso Alegre, onde foi professor de várias disciplinas do curso de filosofia. Também atuou como Promotor de Justiça do Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese.

No dia 15 de abril de 2015 foi nomeado pelo Papa Francisco bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, sendo celebrada a sua Ordenação Episcopal no dia 11 de julho de 2015 na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre. Em 30 de outubro de 2019 foi nomeado pelo Papa Francisco como novo bispo da Diocese de Leopoldina.

BRASÃO EPISCOPAL

O lema episcopal “EvangelizareMisericordiae e Divitias”, baseado na Carta de São Paulo aos Efésios (3,8), significa “Anunciar as riquezas da misericórdia”. No brasão episcopal de dom Edson Oriolo predominam as cores azul e vermelha. Há uma cruz em ouro, que faz alusão ao Senhor Bom Jesus Crucificado, titular da Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, onde o bispo exerceu seu ministério sacerdotal. O Sagrado Coração de Jesus, manifestação do “segredo mais íntimo de Deus Pai – a misericórdia”(São Vicente de Paulo) – faz-se representar sobre o vértice da cruz. Do Coração abrasado de caridade, brotam dois raios cujas cores aludem ao sangue e à água que jorram do lado aberto do Senhor Jesus (Jo 19,34), na forma dos sacramentos e das graças do Divino Espírito Santo.

As chaves decussadas, em prata, representam a Igreja, Corpo de Cristo e Povo de Deus reunido em nome da Trindade (LG4). Aludem a São Pedro e a seu sucessor, o Papa, e significam a fidelidade irrestrita ao primado romano, princípio visível de comunhão na caridade (CD2).

A flor-de-lis, em prata, é referência a São José. Alude também à sua Paróquia de origem e à sua cidade, Itajubá (MG), da qual é o primeiro filho bispo. A estrela de sete pontas, em prata, faz alusão a Maria Santíssima, medianeira de todas as graças e instrumento especialíssimo de Deus para manifestar aos homens sua eterna Misericórdia. A estrela descansa em amplo campo que evoca o vergel do Monte Carmelo. É uma referência a Nossa Senhora do Carmo, em cuja Paróquia o bispo exerceu por longos anos seu primeiro paroquiato e à qual filialmente consagra o seu ministério episcopal.

Fontes> Diocese de Leopoldina e Arquidiocese de Belo Horizonte

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