15/11/2020 às 23h59min - Atualizada em 15/11/2020 às 23h59min

Pedro Augusto atinge 8.926 votos tornando-se eleito prefeito de Leopoldina

Em segundo lugar ficou Brenio Coli com 6.770 um percentual 23,74% dos votos válidos

Edição> Luiz Otávio Meneghite
Pedro Augusto Junqueira Ferraz e Antonio Carlos Martins Pimentel (Foto:João Gabriel Baía Meneghite)
O empresário e agropecuarista Pedro Augusto Junqueira Ferraz foi o vencedor da eleição para prefeito de Leopoldina segundo divulgação oficial do Tribunal Superior Eleitoral. Até o fechamento desta matéria, às 23h24min  ele já tinha atingido 8.926 votos um   percentual de 31,30% dos votos válidos contra 6.770 votos dados a Brenio Coli, num percentual de 23,74% dos votos válidos.Na seqüência vieram: Ricardo Paf Pax com 5.490 votos representando 19,25%, Claudia Conte com 3.144 votos, um percentual de 11,02%, Marcos Paixão com 2.239 votos num percentual de 7.85% dos votos válidos e por último Kélvia Raquel que obteve 1.950 votos, o equivalente a 6,84% dos votos válidos.

O resultado final pode ser visto no link:
 

Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza plataformas para acompanhar resultados


Quem é o novo prefeito de Leopoldina

Em recente entrevista concedida ao Jornal Leopoldinense Pedro Augusto falou um pouco sobre sua trajetória pessoal como político e sua experiência como gestor público. Veja o que ele disse: “Praticamente durante toda a minha vida profissional atuei na gestão pública, com destaque para o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, o BDMG, onde trabalhei por quase 30 anos. Minha trajetória começou em 1970, quando fui para a Secretaria de Indústria e Comércio de Minas Gerais. Em 1978, já no BDMG, tive a oportunidade de criar modelos de planejamento e gestão que contribuíram para o desenvolvimento do estado e seus municípios. Ainda no BDMG, pude ser um dos fundadores do BDMG Cultural, que era uma área pioneira no país voltada para o incentivo da cultura. Fui alçado ao cargo de Superintendente do Cred Real e do Bemge, em que tive a oportunidade de participar de uma das maiores transações financeiras de Minas, com a privatização dos dois bancos estaduais mineiros. A área rural também sempre foi minha paixão. Por isso, mesmo trabalhando no BDMG, me dediquei aos projetos rurais nas minhas quatro fazendas. Hoje sou produtor de leite e de gado de corte e invisto no plantio de diversas culturas. Além disso, exerci a presidência da Coopleste, promotora da Exposição de Leopoldina, que é uma das maiores e mais bonitas exposições da Zona da Mata mineira. Sempre fui gestor público, mas nunca fui político. Penso que a política só vale a pena quando tem como objetivo melhorar as condições de vida das pessoas, principalmente das mais necessitadas. Só se consegue melhorar a condição de vida dos mais necessitados gerando emprego e oferecendo oportunidades. Moramos em uma cidade que se encontra estagnada há mais de 30 anos, com um modelo político municipal exaurido. Precisamos de mudança e de nova visão. Assim sendo, vejo que devemos caminhar para um viés econômico, com o objetivo de gerar emprego e renda. Leopoldina é uma cidade alegre e agradável, contudo, nossos filhos têm que se mudar para cidades maiores ou capitais porque aqui não tem emprego e possibilidade de crescimento econômico. Com a minha experiência, tenho muito a contribuir com esta comunidade. Sou aposentado, e minha aposentadoria e meus negócios são mais do que suficientes para minha sobrevivência, portanto, não preciso de salário da Prefeitura. Com muito trabalho, ética, planejamento e transparência, queremos fazer com que Leopoldina “trilhe” a estrada do desenvolvimento.”.

Clique e relembre a integra da entrevista de Pedro Augusto ao Jornal Leopoldinense
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