21/06/2021 às 09h15min - Atualizada em 21/06/2021 às 09h15min

Ladrões de galinhas e raposas receptadoras

Luciano Baía Meneghite
Algumas das aves furtadas. (Foto: Facebook Geovane Pimentel)
A expressão popular que denomina os que praticam pequenos furtos, desta vez tem sentido literal. Na noite de sábado para domingo,20/06 onze galinhas foram furtadas da criação de Geovane Pimentel de Oliveira, morador da rua Professora Maria Castanheira, no Conjunto Habitacional Maria Guimarães França, a “Cohab Velha”.

Por toda Leopoldina tem crescido esse tipo de crime. Pequenos furtos, geralmente praticados por usuários de drogas e que na maioria das vezes sequer são comunicados a Polícia.  Alguns bairros, pela localização e muitas “rotas de fuga” oferecidas são os mais visados. É o caso da Cohab Velha, Pirineus, Vila Esteves e adjacências. Só no último mês cerca de uma dúzia de residências foram visitadas pelos “amigos do alheio”.

Recentemente o jornal Leopoldinense publicou matéria a respeito(Clique e relembre). Falas que se repetem do tipo: “Não vai dar em nada.” Ou “Tem que matar.” Refletem a ineficácia da forma de combate a esses crimes.

O foco deveria ser os receptadores de furtos e grandes traficantes . Está evidente que poucos destes são realmente pegos. Alguns costumeiros compradores de bens roubados, quando descobertos, alegam não saber a origem do que adquiriram. Pode ser que em um caso ou outro seja verdade, mas ninguém sério realmente compra alguma coisa mais valiosa a preço de banana. Quem, por exemplo, compraria objetos de metal, como placas de locais públicos ou tampas de bueiro ? Isso para citar apenas dois exemplos de ações muito comuns em Leopoldina.

Não se trata de culpar apenas as polícias ou as leis. Parte da população também tem grande responsabilidade, seja por omissão ou conivência.

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