25/09/2014 às 12h18min - Atualizada em 25/09/2014 às 12h18min

Dicas de como controlar finanças pessoais

Mac Amaral Cartaxo, coordenador do curso de Gestão Financeira do Centro Universitário do Distrito Federal.

Controlar o dinheiro pode parecer fácil para muitas pessoas, mas, para a maioria, é algo bastante complexo. Segundo Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de maio de 2014, o percentual de famílias endividadas aumentou e chegou a 62,3%. “A relação com dinheiro é sempre derivada da informação que possuímos sobre o valor das coisas, ou da percepção de importância de determinado objeto agora ou no futuro”, afirma Mac Amaral Cartaxo, coordenador do curso de Gestão Financeira do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF).

Neste sentido, o professor separou algumas dicas sobre como controlar as finanças pessoais que envolvem estas duas dimensões: informação e autopercepção.

1.Conheça o tamanho do seu patrimônio e/ou das suas dívidas – por incrível que pareça, tem gente que não tem clareza do tamanho do “buraco” em que se encontra. Você não pode controlar o que não conhece. Faça este levantamento periodicamente, pois com estes indicadores é possível perceber a evolução ou involução da sua condição. Observe com cuidado extrato bancário, do cartão ou mesmo do relatório do imposto de renda.

2.Reflita sobre as suas prioridades e interesses – por vezes vamos a restaurantes, shoppings ou passeios caros buscando apenas estar junto com as pessoas que gostamos certamente esses encontros podem, na maior parte do tempo, ser realizados sem estes custos. O autoconhecimento nos leva a refletir que estamos investindo ou dispendendo dinheiro e tempo no que não nos produz efetiva satisfação.

3.Inventarie os gastos fixos ou variáveis – verifique quais deles contribuem ou não para suas prioridades e não tenha medo de reduzi-los ou cortá-los. Faça este exercício com frequência.

4.Tenha informações oportunas sobre sua situação financeira – atualmente é simples obter serviços que disponibilizam no celular os gastos com cartão de crédito ou saques e depósitos em sua conta bancária. Não dispensem estes importantes indicadores.

5.Pesquise antes de comprar – a internet tornou muito fácil comparar preços em tempo real, porque pagar mais caro se pode obter o mesmo produto por menos.

6.Aprenda mais sobre finanças e vantagens econômicas– é possível pagar menos imposto de maneira legal, reaver tributos pagos, conseguir vantagens no uso do seu cartão de crédito, isenções de tarifas bancárias, passagens aéreas gratuitas, simplesmente lendo ou perguntando um pouco mais.

7. Automatize ao máximo as suas finanças – depois de ter clareza sobre a sua situação financeira, definido o que é importante para você e decidido o que vai fazer, torne estas informações em ações automáticas, como é o caso do débito em conta e das aplicações automáticas. Isto impede o pagamento desnecessário de multas e a perda de oportunidades em função do esquecimento.

8. Fixe metas – juntar dinheiro, por juntar dinheiro não é algo prazeroso para nosso cérebro. Gostamos de imaginar o que vamos obter com este esforço de postergar o consumo hoje, em prol de algo no futuro, quer seja: uma viagem de férias, um carro novo, uma nova casa, ou mesmo uma situação confortável em nossa aposentadoria. Lembre-se a meta, para ser meta deve ser específica e possuir um prazo para seu atingimento, ser rico um dia não é significativo!

9.Informe às pessoas que estão a sua volta sobre suas metas– somos seres gregários e o nosso sucesso no controle das finanças depende da participação de familiares e colaboradores. Combine as férias, mostre o carro novo que será comprado com aquela poupança e caracterize que a economia gerada com a diminuição no consumo de água, luz ou saídas ao shopping contribuirá para este objetivo.

10.Comemore o atingimento das metas – a percepção marcante do atingimento das metas tem um efeito de reforço na consolidação do seu mecanismo de controle das finanças. Vale a pena definir fases, etapas ou metas intermediárias de um objetivo maior, pois à medida que percebemos o alcance destes marcos em direção a meta final nos motivamos e intensificamos o controle, garantindo ainda mais o êxito futuro.

Sobre o UDF

Criado em 1967, o Centro Universitário do Distrito Federal (UDF) é a primeira instituição particular de ensino superior da capital do Brasil. O campus reúne 8 mil alunos, 250 professores e 150 funcionários. Instituição tradicional no ensino de Direito, o UDF conta também com uma Escola de Engenharia e de Saúde e oferece cursos de pós-graduação presenciais e a distância, além de programas de extensão voltados à comunidade externa. Integra a Cruzeiro do Sul Educacional, também formada pela Universidade Cruzeiro do Sul (São Paulo – SP), Universidade Cidade de São Paulo (São Paulo – SP); Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba – SP) e Universidade de Franca (Franca – SP); um grupo de ensino superior de atuação nacional que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados.

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