25/06/2024 às 10h48min - Atualizada em 25/06/2024 às 10h48min

Professor Alziro

Professor Alziro no Ginásio em 1944 e no campo do Ribeiro Junqueira em 1979 – Fotografias gentilmente cedida pelo saudoso Jésus Rubens Gonçalves Soares e acervo do E.C.R.J
Alziro de Azevedo Carvalho nasceu em 10 de fevereiro de 1910 na Vila de São Miguel (Guaçuí), Espírito Santo, filho de Manoel Olegário de Carvalho e Rita de Azevedo. Fez o curso primário em Guaçuí e o início do curso ginasial na cidade de Alegre, ES. Posteriormente estudou no Colégio São Joaquim em Lorena,SP, concluindo o ginasial. O curso comercial foi feito Ginásio Leopoldinense, para onde transferiu-se em 1926. Em 1930 voltou para o estado natal, lecionando em Cachoeiro de Itapemirim. Retorna definitivamente para Leopoldina no ano seguinte, a convite do professor Carlindo Mayrinck, tendo exercido as funções de enfermeiro, chefe de disciplina, professor, vice-diretor e diretor, sempre do Ginásio.

Em 1934 fundou a Liga Esportiva do Colégio Leopoldinense (Ginásio). Em 1946 deixou o magistério e logo depois ingressou na política, tendo sido um dos fundadores do diretório municipal do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Foi vereador por 8 anos e vice-prefeito em uma legislatura.

De sua atuação política são referências as casas populares nos Pirineus, o antigo SAPS (COBAL), a agência do IAPI (Depois INPS), a criação do SAMDU e a instalação da residência do DNOS.  Em 1962 afastou-se da politica partidária para dedicar-se à atividade empresarial. Foi proprietário da Água Mineral Thebana, um dos fundadores da Associação Comercial de Leopoldina , comerciante varejista e representante da Companhia Antártica Paulista na cidade.

Foi casado com Anita Iennaco, nascida no dia 01/03/1885 em Maratea, Potenza, Basilicata, Itália, filha de Lorenzo Iennaco, tembém nome de logradouro na cidade. De seus filhos Arlene, Arlenice e Alzirinho, são os netos Antonella, Rodolpho Affonso, Ana Flávia, José Vicente, Thiago, Anna e Alziro Neto, bem como os bisneto Júlia, Vinícius, Lucca, Ernesto e Heleno.

Faleceu em Leopoldina aos 86 anos no dia 16/08/1996.

A lei n°3184, de 19/10/1999 deu seu nome à rua no bairro Imperador que começa na rua Agnello Corrêa do Bem.

Informações do livro Nossas Ruas Nossa Gente de José Luiz Machado Rodrigues e Nilza Cantoni, colunistas do jornal Leopoldinense
 


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