03/01/2015 às 16h10min - Atualizada em 03/01/2015 às 16h10min

Motoristas ignoram radares

Tribuna de Minas
Equipamento em operação na BR-267 próximo a Guarará. ( Roberto Fulgêncio- 29/12/2014 )

Mesmo com os radares implantados na BR-267, em funcionamento desde outubro de 2014, as imprudências persistem na rodovia que é principal ligação da Zona da Mata ao Espírito Santo, um dos destinos mais procurados pelos juiz-foranos nesta época de Réveillon. Durante o feriado prolongado de Natal, a Tribuna flagrou condutores realizando manobras arriscadas em trechos considerados críticos, próximos aos acessos aos municípios de Bicas, Guarará e Maripá de Minas, como ultrapassagens arriscadas em faixa dupla contínua. Conforme o Dnit, um levantamento de multas só poderá ser divulgado no fim de janeiro.

Os equipamentos também operam no trecho de perímetro urbano do Bairro Retiro, onde há três equipamentos instalados, dois deles na altura do km 91, na entrada e saída da ponte estreita, palco de inúmeros acidentes nos últimos anos. No trecho, a velocidade máxima é de 50 km/h. Outros três equipamentos também registram infrações entre os acessos a Igrejinha e Humaitá, entre os kms 121 e 124, local onde acidentes e atropelamentos fatais são comuns.

Estradas estaduais

Já nas estradas estaduais, não há sequer os equipamentos fixos para minimizar os abusos. Desde outubro, os aparelhos não funcionam e não há previsão para retorno. Nas proximidades de Juiz de Fora, são pelo menos sete na LMG-874, MG-133 e MG-353 que estão desligados. Na Zona da Mata, o total é de 35.

Segundo a Secretaria de Transportes e Obras Publicas (Setop) de Minas Gerais o contrato com a empresa que realizava a operação e manutenção dos radares do tipo fixo chegou ao fim e um novo processo licitatório para a contratação de nova empresa está em andamento.


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