22/10/2016 às 07h36min - Atualizada em 22/10/2016 às 07h36min

Carros com som externo alto poderão ser multados em nova regra do Contran

Estão permitidos veículos prestadores de serviço com emissão sonora de publicidade, divulgação de entretenimento desde que estejam autorizados pela Prefeitura.

Edição: Luiz Otávio Meneghite
A multa para som alto é de R$127,69.
Quem ainda não se sentiu incomodado com o excesso de som de automotivo com músicas de gosto discutível? Quem ainda não sem sentiu incomodado com o carro vendendo o famoso abacaxi de Marataízes? Também é muito comum aqui no interior veículos de som anunciando eventos e promoções. Especialmente neste ano, tivemos os carros fazendo propaganda política com alguns passando insistentemente na frente de nossas casas como se quisessem que o seu conteúdo ficasse gravado em nossas mentes. Houve excesso!

Mas, se a lei for realmente aplicada nos termos de resolução aprovada no dia 19 de outubro pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a partir de agora o motorista que for flagrado com som automotivo ligado do lado externo do veículo, independentemente da frequência ou do volume, que perturbe o sossego público, vai ser autuado.

De acordo com a nova norma, a infração é considerada grave e o condutor tem acréscimo de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), conforme estabelece o art. 228 do Código de Trânsito Brasileiro.

As exceções que a lei prevê

A medida do Conselho Nacional de Trânsito faz exceção a ruídos produzidos por buzinas, alarmes, sinalizadores de marcha a ré, sirenes pelo motor e demais componentes obrigatórios do próprio veículo.

Também não estão incluídos na decisão, os veículos prestadores de serviço com emissão sonora de publicidade, divulgação, entretenimento e comunicação, desde que estejam autorizados pela Prefeitura.
Da mesma forma, os veículos de competição e os de entretenimento público, que estejam permitidos a utilizar o som específico em locais apropriados ou de apresentação estabelecidos pelas autoridades competentes.



 
Fonte: Contran-Conselho Nacional de Trânsito
 
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