08/02/2017 às 09h15min - Atualizada em 08/02/2017 às 09h15min

Proprietário manda limpar terreno e reclama de vizinhos

Ele reclamou de vizinhos oportunistas que estão utilizando o terreno como depósito de estruturas metálicas de uma construção paralisada no lote ao lado.

Edição: Luiz Otávio Meneghite
No dia 13 de janeiro deste ano, o Jornal Leopoldinense Online publicou uma matéria intitulada: Moradores e comerciantes da Carlos Luz alertam sobre terreno abandonado. No subtítulo: “O terreno está com um matagal com quase dois metros de altura atraindo bichos e até marginais”, dizem moradores.

Para refrescar a memória dos nossos leitores reproduzimos a seguir o que foi publicado na ocasião:

“Existe um terreno na rua Presidente Carlos Luz, ao lado de um dos estacionamentos do Hotel Ritson, quase em frente à Lar Móveis, que há anos  tem o aspecto de abandonado, sem que as autoridades tomem alguma atitude” observa um morador nas imediações que complementa:  “já abrimos alguns protocolos junto à Prefeitura e a alegação é que não podem entrar no terreno, que é particular e não conseguimos nada até agora. Temos até um documento do 4º Pelotão do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e nem assim tivemos uma solução. O terreno está com um matagal com quase dois metros de altura atraindo bichos e até marginais estão se escondendo por lá”, relata o morador ao jornal, informando que os meninos envolvidos naquele crime ocorrido nas proximidades dos Correios estiveram escondidos nesse terreno na ocasião.


A reação do proprietário do terreno

Um dos proprietários do terreno, pertencente a um espólio, leu a matéria e imediatamente providenciou a limpeza do local. Em seguida telefonou à redação do Jornal Leopoldinense e reclamou de vizinhos oportunistas que estão utilizando o terreno como depósito de estruturas metálicas de uma construção paralisada no lote ao lado, onde, ao que tudo indica seria erguido um galpão, possivelmente um estacionamento. Ele pediu que o jornal fotografasse o local para deixar claro que a limpeza só não foi completa, porque as tais estruturas metálicas atrapalharam. “Isso sem contar que jogam de tudo por cima do muro que cerca o terreno, até pneus”, reclama. O jornal foi ao local e fotografou as estruturas abandonadas no terreno.

O terreno após a limpeza


Estruturas metálicas e pneu jogados no terreno.
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