25/04/2020 às 13h35min - Atualizada em 25/04/2020 às 13h35min

FIEMG Regional ZM e Sindicatos da Zona da Mata solicitam reabertura do comércio em Juiz de Fora

Entidades se unem em busca da manutenção de empregos e da sobrevivência das empresas

Graciele Ramos Vianna
FIEMG - Federação das Indústrias de Minas Gerais

A FIEMG Regional Zona da Mata, através de seu presidente, Aurélio Marangon Sobrinho, e contando com o apoio de todos os Sindicatos da Indústria da região, encaminhou esta semana ao prefeito de Juiz de Fora, Antônio Almas, um ofício solicitando a reabertura do comércio local, optando pelo distanciamento social ou mesmo pela verticalização do isolamento, previstos para a quarentena. O objetivo das entidades é lutar pela minimização dos impactos econômico e social presentes na crise instalada pela pandemia originada pelo novo Coronavírus (COVID-19).

Neste ofício, Aurélio Marangon Sobrinho, respaldado pelos 16 Sindicatos da Zona da Mata, solicita que o prefeito reveja seu posicionamento no tocante ao fechamento do comércio em geral de Juiz de Fora e decrete sua reabertura, adotando medidas de segurança em saúde pública para a prevenção do Coronavírus, nos moldes defendidos pelo Governo Federal, já acatados inclusive por alguns municípios e estados do país.

De acordo com os dirigentes sindicais da Zona da Mata, de nada adianta empresários industriais adotarem as medidas emergenciais disciplinadas na Medida Provisória nº 936/2020 e preservarem os empregos por 30/60 dias, garantindo a estabilidade por igual período, se eles não têm para quem vender. “Cremos que tais providências se fazem necessárias para mantermos ‘vivas’ as empresas comerciais, também geradoras de empregos. Os empresários não sobreviverão a um tempo longo de paralisação, pois a falta de vendas causará um impacto negativo e, possivelmente irreversível, não só para empregadores e empregados, mas consequentemente para os municípios. A reabertura do comércio local é um imperativo de sobrevivência social do povo de Juiz de Fora”, afirma Aurélio Marangon no texto do ofício.


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