Documentário “A Santinha de Leopoldina”, sobre Madre Vicenta em fase de finalização

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Documentário “A Santinha de Leopoldina”, sobre Madre Vicenta em fase de finalização
Importantes depoimentos foram gravados (Imagem:João Gabriel Baía Meneghite)

A história de Vicenta Ildefonsa Guilarte Alonso, madre espanhola da Congregação Filhas de Jesus, que viveu 33 anos em Leopoldina e trabalhou na portaria do Colégio Imaculada Conceição, está prestes a ser contada em documentário.

Produzido pela jornalista Márcia Vaz Barbosa, a obra conta com captação de imagens e edição de João Gabriel Baía Meneghite e ilustrações de Luciano Baía Meneghite.   Além de reconstituir a história da religiosa, o documentário registra depoimentos de quem com ela conviveu e de quem teve a vida transformada através da fé.  Em fase de finalização, “A Santinha de Leopoldina” deve ser lançado no segundo semestre de 2026.

O filme está sendo realizado através de emenda impositiva destinada pelo vereador José Augusto Cabral.

Paralelo ao filme, Márcia Barbosa também lançará um livro sobre a religiosa, ilustrado por Luciano.

História

Declarada Venerável pelo Papa Francisco em 2024, Madre Vicenta,  nasceu em 21 de janeiro de 1879 na cidade espanhola de Rojas, na Província de Burgos, na Espanha. Entrou no convento das Filhas de Jesus em Burgos, uma congregação que havia sido fundada em Salamanca por Cândida Maria de Jesus, que se dedicava principalmente à educação da juventude.

Em 1909 fez os votos perpétuos e dois anos depois foi enviada, juntamente com cinco companheiras, para missão no Brasil. Estabelecidas na cidade de Pirenópolis, em Goiás. Lá Irmã Vicenta e as religiosas abriram um colégio para a educação de meninas, dedicando-se especialmente às crianças mais pobres.

Em 1927, veio para Leopoldina.  Apesar de ter exercido a função de vice priora, aqui     exerceu a tarefa de porteira do Colégio Imaculada Conceição, que aceitou com humildade, um ofício que desempenhou exemplarmente até a sua morte em 6 de julho de 1960, após uma queda que lhe causou a quebra do fêmur.

Mesmo em vida, alguns fiéis atribuíam a solução de muitos de seus problemas às suas orações e, ao saberem do seu falecimento, houve uma grande manifestação de condolências em toda a cidade de Leopoldina, onde ela era considerada "a santinha do colégio".

Exumação dos restos mortais de Madre Vicenta pelo Dr. Sérgio Maranha e Dr. Maurício Rosa. Hoje se encontram em uma urna na entrada da Catedral de São Sebastião. (Fotos: Acervo do antigo CIC)


FONTE: Jornal Leopoldinense/Com informações de Vatican News
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