19/03/2016 às 10h38min - Atualizada em 19/03/2016 às 10h38min

SINSERPU realiza assembléia nesta segunda (21) para deliberar sobre proposta da Prefeitura

Caso as propostas não sejam aprovadas categoria pode optar por operação tartaruga ou paralisação

Luiz Otávio Meneghite
Negociações foram iniciadas no dia 18 de março
O presidente do SINSERPU-Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Leopoldina, Rosalvo Flauzino Domiciano, publicou edital (clique aqui para ver a íntegra do edital) convocando a categoria para uma assembléia extraordinária, nesta segunda-feira, 21 de março, em duas chamadas a partir das 18:00 horas e às 18h20min, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, localizada na rua Professor Joaquim Guedes Machado nº 145.
 
Na pauta da assembléia a aprovação ou não da proposta verbal de reajuste salarial da categoria feita pela administração municipal em reunião de negociação acontecida na sexta-feira, 18/03. Ainda na pauta a aprovação ou não da proposta verbal de reajuste do Auxilio Alimentação feita pela administração na mesma reunião passando de R$280,00 para R$320,00 por mês.

No edital de convocação assinado pelo presidente do SINSERPU será submetida à apreciação da categoria, filiados ou não ao sindicato, a aprovação ou não da proposta verbal feita pela administração para negociar os demais itens da pauta em outra reunião previamente agendada para a esta terça-feira, 22/03, às 14 horas, na sede da Secretaria Municipal de Administração
 
De acordo com o edital, em caso de não aprovação das propostas encaminhadas verbalmente pela administração, a categoria deverá deliberar sobre os rumos da negociação com possibilidade de serem adotados os seguintes movimentos: operação tartaruga, paralisação por 48 horas, paralisação por 72 horas ou greve por tempo indeterminado.
 
Negociações tiveram início na sexta-feira, 18 de março
 
De acordo com informações obtidas pelo jornal Leopoldinense junto ao SINSERPU e à Controladoria Geral do Município, as negociações foram iniciadas na sexta-feira, 18 de março, às 13h30min, em dependências da Prefeitura no Edifício Athenas, onde compareceram o Controlador Geral, José Márcio Fajardo Campos; o secretário de Fazenda, Edésio Gouveia Andries e a superintendente de Compras e Licitações, Norma Suely Verneque Domiciano, representando o Município. Representando os servidores estiveram presentes à mesa de negociações o Presidente do SINSERPU, Rosalvo Domiciano Flauzino, acompanhado do advogado, José Luiz Mendes Junior, o assessor de imprensa, Amaury da Silva Santos, o diretor financeiro, Adriano Souza de Oliveira  e a vice presidente do SINSERPU,Célia Robert Tavares.
 
Proposta da Prefeitura foi considerada baixa

Os servidores haviam reivindicado em torno de 14,85% de reajuste salarial e a Administração municipal ofereceu 9%, abaixo do percentual dado ao salário mínimo que foi de 11,67%. A direção do SINSERPU considerou irrisória a proposta apresentada e segundo o jornal apurou aceitaria negociar um reajuste considerado razoável, mais próximo do reajuste concedido ao salário mínimo. Chegou-se a aventar a possibilidade de propor um reajuste de 10%, mas não foi possível chegar-se a um acordo, pois a decisão final caberá ao prefeito José Roberto de Oliveira

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