Imagem: TV Brasil
O analfabetismo financeiro é um “mal” que assola a esmagadora maioria dos brasileiros e brasileiras... onde também me situei durante boa parte da minha vida, antes de iniciar curso de Economia, em 1976.
Educar origina-se do latim – educare, educere – e literalmente significa “conduzir para fora” ou “direcionar para fora”, sendo o preparo das pessoas para o mundo, ou seja, conduzi-las para fora de si mesmas, mostrando as diferenças existentes nos diversos ramos da sociedade, através do ato de educar... educação, pois, como afirmou Albert Einstein, A educação não é o aprendizado de fatos, mas o treinamento da mente para pensar.
O que é “aquilo” tratado como educação financeira? ... É o processo de aprendizagem sobre os conceitos e as práticas relacionadas ao dinheiro e às finanças, envolvendo aspectos técnicos como matemática, economia, contabilidade básica/caseira, além de aspectos comportamentais como saudáveis hábitos de consumo, valores, atitudes e, principalmente, objetivos.
A “falta de educação financeira” é o que induz os consumidores não planejarem seus desejos/necessidades de consumo, adequando-os às capacidades de ganhos, pagamentos e urgências para suas aquisições, levando os apressados consumidores aos carnês das Casas Bahia, Ponto Frio, Magalu, cartões de crédito, etc., cujos juros NUNCA são favoráveis aos Compradores, pois aquelas lojas são, na verdade, instituições “financeiras” vendedoras de créditos... através dos carnês & similares, dos bens financiados/adquiridos.
A Educação Financeira apresenta alguns “pilares” para seu entendimento e sustentação, dentre eles:
1 – GANHAR – Fruto de algum esforço 2 – POUPAR – Visando o prazer da tranquilidade
3 – GASTAR- Saber como e o que escolher 4 – CELEBRAR – Reconhecer suas conquistas/evolução
O Consumidor consciente sempre busca valorizar seus ganhos, sabendo que eles resultam do seu trabalho e, como tal, exigiram seus esforços, dedicação e responsabilidade, representando sobrevivências pessoal e familiar, induzindo à destinação mais correta/racional daqueles recursos.
Adquirindo e praticando a educação financeira as pessoas podem programar:
- REGRA 50/30/20 – Destinar dos ganhos líquidos mensais: 50% p/despesas fixas (água, luz, mercado, estudo); 30% despesas variáveis (extras, vestuário, diversão); 20% poupança.
- APOSENTADORIA – Através de aplicações mensais e sucessivas, por exemplo, no Tesouro Direto (médio e longo prazos) valores a partir de R$ 50,00/mês (façam simulações: tesourodireto.com.br);
- ESTUDOS – Tesouro Direto curto e médio prazos; poupança; CDB; etc.
- VIAGENS – Idem, idem;
- CONSUMO - Acesse o site @primo pobre, onde há vasto material sobre consumo consciente;
- CONSÓRCIO - É uma das formas de planejamento mais utilizadas e consagradas;
- REGISTRAR diariamente TODAS as despesas realizadas, por menores que sejam (ex.: esmola, R$ 1,00), “fechando” a contabilidade caseira no fim do mês, se-pa-ra-da-men-te por “título” (mercado, gasolina, padaria, etc.); multiplicá-las por 12 (meses) e analisar seu potencial custo de vida anual futuro, como forma de racionalizar despesas e programar sua VIDA FINANCEIRAOM C RACIONALIDADE E VISÃO DE FUTURO.
Finalmente e como afirmou o inovador e megarrico industrial Henry Ford,
... Não se fica rico com o que se ganha, e, sim, pelo que não se gasta. Então, que tal?... Vamos tentar?