30/04/2017 às 09h15min - Atualizada em 30/04/2017 às 09h15min

Edevaldo

Luciano Baía Meneghite
Foto: Luciano Baía Meneghite 23/09/2009)
 Não só os cabelos grisalhos lembravam o Físico Judeu-Alemão Albert Einstein; a habilidade com os números era impressionante. Edevaldo era capaz de dizer, por exemplo, em que dia da semana caiu qualquer data. Segundo o próprio, não se tratava de adivinhação: “Tudo na vida é matemática.”

O ex-funcionário de guichê da antiga rodoviária na Praça Félix Martins era sempre visto em casas lotéricas aonde recolhia cartões descartados por jogadores. Dizia ter ganhado algumas vezes pequenas quantias.

Para Edevaldo a letra mais importante era o “S”: "Não vivemos sem saúde, sorte, sabedoria, serviço, sexo, solidariedade, sucesso, saudade e o Senhor Salvador”

“Não gosto muito de aparecer, tenho um trauma de nunca terem cantado “Parabéns Pra Você” pra mim, que acho uma das músicas mais bonitas.” Completava.

Os números me deixam nervoso.”
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