20/09/2017 às 16h08min - Atualizada em 20/09/2017 às 16h08min

Jovem leopoldinense torna-se treinador de futebol nos Estados Unidos

Formado em Educação Física pela UFV, Ítalo Bartole foi membro do Núcleo de Pesquisa e Estudos em Futebol (NUPEF), realizando diversos trabalhos relacionados ao esporte.

João Gabriel Baia Meneghite

O leopoldinense Ítalo Bartole Resende é treinador de futebol nos EUA
O leopoldinense Ítalo Bartole Resende foi aprovado num processo seletivo sendo designado para trabalhar como treinador de futebol das categorias de base do Driftless United, do Estado de Wisconsin, Estados Unidos.  Ele foi atleta das categorias de base do E.C.Ribeiro Junqueira e como jogador, atuou em times de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.
Em atuação pelo E.C.Ribeiro Junqueira contra o Flamengo, do Rio de Janeiro.
Quando jogava em Leopoldina, se destacou na zaga e era um exímio batedor de faltas. Formado em Educação Física pela Universidade Federal de Viçosa, foi membro do Núcleo de Pesquisa e Estudos em Futebol (NUPEF), realizando diversos trabalhos relacionados ao futebol, como organização de eventos tendo publicado artigos e participado de congressos.

Como treinador, trabalhou com equipes de feminino adulto; auxiliar técnico das categorias sub-11 e sub-15 e treinador da categoria sub-17 do Viçosa Esporte e Lazer (VEL). No começo deste ano, participou de um processo seletivo da empresa ‘Tetra Brazil’, responsável por contratar treinadores para trabalhar nos Estados Unidos.  

O contrato foi firmado por quatro meses, com possibilidade de efetivação no próximo ano. Nos dois primeiros meses, ele trabalhou em acampamentos de futebol, conhecendo cinco Estados diferentes (Alasca, Washington, Oregon, Montana e Idaho). Na segunda fase do projeto ele já está trabalhando como treinador de quatro categorias (Sub-08, sub-10, sub-12 e sub-14).

Ítalo é filho do casal Miguel Gabriel de Almeida Resende e Sônia Maria Alves Bartole Resende. Falando ao jornal Leopoldinense ele falou como vê o seu futuro nos Estados Unidos. “A qualidade de vida é muito boa. Além do investimento no futebol, que tem sido muito grande, me dando ótimas condições de trabalho. Isso me motiva ainda mais a estar aqui trabalhando e vendo o desenvolvimento dos jogadores americanos”, comentou.

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