19/05/2020 às 19h32min - Atualizada em 19/05/2020 às 19h32min

Túmulo do poeta Augusto dos Anjos

Luciano Baía Meneghite
Aspecto original do Túmulo do poeta Augusto dos Anjos no cemitério Municipal Nossa Senhora do Carmo em Leopoldina em fotografia da revista “O Malho” de 1952 e atualmente (Foto arquivo jornal Leopoldinense).

No  poema Debaixo do tamarindo” Augusto dos Anjos escreveu:

“Quando pararem todos os relógios/ De minha vida, e a voz dos necrológios/ Gritar nos noticiários que eu morri/ Voltando à pátria da homogeneidade/ Abraçada com a própria Eternidade/ A minha sombra há de ficar aqui!”.
 

O tamarindo citado ainda existe em sua terra natal, Pau d’Arco na Paraíba, mas ele continua sepultado em Leopoldina. Em 2002 uma muda do Tamarindo original foi plantada junto ao túmulo, mas após reclamações de vizinhos ao cemitério de que galhos estavam caindo em suas residências, este foi cortado. Uma nova muda do mesmo tamarindo foi replantada.

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Como e porque os restos mortais do Poeta permanecem em Leopoldina
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