03/11/2021 às 18h39min - Atualizada em 03/11/2021 às 18h39min

Grupo da UEMG de Leopoldina obtém reconhecimento nacional pela atuação na promoção da leitura

Para a coordenadora do Conto Sonoro, Prof.ª Anicézia Romanhol Bette, a certificação faz com que o projeto em questão adquira visibilidade

Marcela Barroso Domingues Klimek (*)
Arquivo/Divulgação UEMG
O grupo de Contação de Histórias da UEMG Unidade Leopoldina “Conto Sonoro”, que estuda metodologias de contação de histórias e organiza oficinas junto a escolas públicas da região, a fim de incentivar o gosto pela leitura (saiba mais), acaba de ser certificado pela pesquisa “O Brasil que lê”, que desde o ano passado vem mapeando ações ofertadas em prol do fomento à formação de leitores em todos os estados brasileiros.

Promovida em parceria que reúne o Instituto Itaú Cultural, o Instituto Interdisciplinar de Leitura da PUC-Rio, a cátedra da UNESCO de Leitura PUC-Rio e a JCastilho - Consultoria, o estudo coletou informações das ações em vista por meio de questionário virtual divulgado nas redes sociais das instituições envolvidas e pela página da pesquisa: https://obrasilquele.catedra.puc-rio.br/index.php/sobre-a-pesquisa/. Espera-se que, em breve, os resultados sejam publicados e divulgados conjuntamente por aquelas organizações.

A perspectiva é que a pesquisa apresente, além de um mapeamento histórico, geográfico e social dessas ações, um levantamento sobre práticas, perfis de mediadores e uso de tecnologias de informação e comunicação em promoção de leitura. Dados que que serão fundamentais para a compreensão do que é feito para promover a leitura no país e podem apontar possibilidades e demandas que orientem futuras ações e investimentos.

Para a coordenadora do Conto Sonoro, Prof.ª Anicézia Romanhol Bette, a certificação “faz com que o projeto em questão adquira visibilidade (devido à seriedade com que vem sendo estruturado), mapeado, incluído dentre tantos outros projetos selecionados, no Brasil, em prol de uma nação leitora. Esse certificado é o Selo O Brasil que Lê, anuência fornecida por entidades sérias, que buscam fortalecer a cidadania através da leitura de qualidade.”

Ela conta ainda que que, de 2016 em diante, o Programa vem desenvolvendo projetos de extensão voltados para o uso de bibliotecas, letramento literário desde à creche, oficinas de leitura, saraus literários tanto na Unidade quanto nas escolas públicas locais, atingindo, em média, 500 pessoas, ao ano. “[A] UEMG, além de cumprir com seus compromissos acadêmicos, envolvendo a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, também, cumpre sua função social, auxiliando no desenvolvimento e na transformação da sociedade por meio de ações que envolvem os contextos da formação leitora. Essa assertiva pode ser sustentada, ao ofertar contextos de ensino e aprendizagem às crianças, aos professores atuantes e aos licenciandos de Pedagogia.”, finaliza a docente

(*) Comunicação UEMG Leopoldina

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