11/01/2016 às 09h15min - Atualizada em 11/01/2016 às 09h15min

Leitores sugerem instalação de quebra molas no trevo da BR116 na saída para Muriaé

“Será preciso que mais pessoas percam suas vidas no local, para então se tomar as medidas urgentes que se fazem absolutamente necessárias?”

Trevo da BR116, próximo ao viaduto do Bela Vista. (Foto: João Gabriel B. Meneghite)
O leitor do Jornal Leopoldinense Online, Marco Aurélio Assis Davis, envia e-mail à Redação sugerindo ao novo engenheiro da unidade do DNIT em Leopoldina, Márcio Gusmão, a instalação de quebra molas na altura do trevo da BR116 em Leopoldina, na saída para Muriaé. Ele justifica a sugestão diante do grande número de acidentes ocorridos naquele trecho proporcionados pelos veículos que descem a rodovia na altura do viaduto do Bela Vista no sentido nordeste, em altíssima velocidade.

Acidentes estão cada vez mais frequentes nos trevos de Leopoldina. Esta foto foi registrada no trevo de acesso à cidade , próximo ao viaduto de Bela Vista. (Foto: João Gabriel B. Meneghite)
 
Falta sinalização em quebra molas no trevo da BR 116 no Alto Cemitério
 
O leitor identificado pelas iniciais M.A.S.O., aborda o editor no centro de Leopoldina,  para relatar que é morador nas imediações do trevo da BR116, na região do Alto Cemitério e  que seu sono é interrompido a noite inteira pelo barulho de freadas bruscas de veículos próximo aos quebra molas ali instalados, porém, com sinalização precária ou inexistente. Segundo ele, tem acontecido muitos acidentes no local que poderiam ser evitados se houvesse sinalização correta e visível anunciando a existência dos redutores de velocidade.
 
Reivindicação de redutores de velocidade para o bairro Três Cruzes

Há algum tempo, o leitor e assinante do jornal Leopoldinense, José Antonio Moura, residente na rua Heleno Tavares Resende, no bairro Fortaleza, enviou correspondência à Redação contestando o posicionamento do  antigo engenheiro do DNIT sobre a instalação de redutores de velocidade ou lombadas físicas na BR 116. Naquela ocasião, o leitor indagou em sua  correspondência: “Será preciso que mais pessoas percam suas vidas no local, para então se tomar as medidas urgentes que se fazem absolutamente necessárias?”

Veja trecho da carta do leitor:

Lendo a excelente matéria publicada no nosso GLN, sobre o assunto daquele “trecho da morte”, situado na Rodovia BR-116 que interliga os bairros Três Cruzes e Fortaleza, tenho a acrescentar o seguinte: “é inteiramente absurda, covarde e desumana a declaração do engenheiro do DNIT, ao dizer que “tal trecho não apresenta os requisitos técnicos que justifiquem a implantação no local de redutores de velocidade ou lombada física”. E, diante desta decisão desprezível e infame, indago: “Será preciso que mais pessoas percam suas vidas no local, para então se tomar as medidas urgentes que se fazem absolutamente necessárias?” Queria ainda acrescentar que ao redor deste trecho moram centenas de famílias, ou seja, muita gente que ali trabalham, estudam, enfim vivendo, e, portanto, esta parte da BR-116, que corta os bairros Três Cruzes e Fortaleza não mais deveria ser de responsabilidade apenas do DNIT, mas sim também da Prefeitura Municipal, pois esta já é a responsável pela manutenção das vias públicas adjacentes à esta Rodovia, e portanto posso afirmar sem dúvida alguma que a Cidade abraçou todo este trecho,  que agora deveria ser tratado como uma avenida ou até mesmo uma rua. E, finalmente, concordo plenamente com o registro na Seção Opinião, feito leitor Sr. Josué Oliveira, no GLN: “Vamos fechar a BR-116 neste trecho e chamar os meios de imprensa (rádio, jornal e TV) para registrarem e divulgarem”.Atenciosamente, José Antonio Moura.

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