01/03/2016 às 10h51min - Atualizada em 01/03/2016 às 10h51min

Campanha de leituristas da Copasa contra a dengue chega a Leopoldina

Além de registrar consumo de água em imóveis, empregados distribuem informativos da campanha “10 minutos contra a Dengue”

A partir desta segunda-feira, 29 de fevereiro, os moradores de Leopoldina, Barbacena, no Campo das Vertentes, Bom Despacho e Curvelo, na Região Central, Coronel Fabriciano, no Vale do Aço e Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), receberão das mãos dos leituristas da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informativos da campanha “10 minutos contra a Dengue”, lançada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, em parceira com o Sistema Único de Saúde e o Instituto Oswaldo Cruz.
 
“Juntamente com o processo de registrar o consumo dos imóveis, os leituristas da Copasa vão distribuir em cada imóvel de Leopoldina, Barbacena, Bom Despacho, Coronel Fabriciano, Curvelo e Sabará informativos da campanha “10 minutos contra a Dengue”, explica Heuder Pascele, Gestor de Relações Institucionais da Copasa. Segundo ele, o leiturista da Copasa percorre, em média, 12 quilômetros por dia e visita cerca de 300 imóveis.
 
A ação, que ocorre inicialmente nas cidades com mais casos prováveis de Dengue em Minas Gerais, tem o intuito de informar os riscos causados pelo descuido na eliminação dos focos do mosquito Aedes Aegypti, que além da Dengue, transmite Chikungunya e Zika Vírus. No informativo, o morador irá encontrar explicações a respeito dos sintomas de cada uma das doenças, além de medidas simples no combate ao agente transmissor, como vedar totalmente a caixa d’água para evitar a entrada do mosquito e a limpeza de calhas, para evitar acumulo de água.
 
Conscientização na Zona da Mata
 
Em Ubá, na Zona da Mata, a campanha realizada pelos leituristas da Copasa ocorre desde o dia 16 de fevereiro. “Esse trabalho de conscientização é importante para ajudar a livrar a cidade de Ubá do mosquito transmissor da Dengue”, afirma o leiturista da Copasa, Renato César Moreto da Silva. Ubá e Coronel Fabriciano estão entre as quatro cidades com mais casos prováveis de Dengue em Minas Gerais, atrás apenas de Belo Horizonte e Contagem.
 
Copasa Contra A Dengue
 
A Copasa reforça em suas contas de água e esgoto, que são entregues mensalmente em 5 milhões de imóveis em Minas Gerais, o combate ao mosquito Aedes aegypti, com orientações voltadas para o dia a dia, como trocar a água dos bebedouros dos animais domésticos diariamente. No site institucional e em suas páginas oficiais no Facebook e no Twitter, a Copasa também divulga as orientações da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.
 
Boletim Epidemiológico
 
De acordo com o boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Minas Gerais registrou (até o dia 16/02) 62.271 casos prováveis de dengue e dois óbitos. Em relação à Febre Chikungunya, 260 casos foram notificados neste ano: 132 desses já foram descartados e 128 seguem em investigação. Ainda não existem casos autóctones (com transmissão dentro do estado) confirmados da doença em Minas Gerais. Já em relação ao Zika Vírus, todos os 166 casos notificados em 2016 seguem sob investigação. Foram notificados 109 casos no protocolo de monitoramento da microcefalia. Do total de casos, um foi confirmado. Trata-se de uma gestante no município de Curvelo.
 
Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à Dengue, Chikungunya e Zika
 
No final de dezembro de 2015, o governador Fernando Pimentel, o vice-governador Antônio Andrade e o secretário de Estado de Saúde, Fausto Pereira dos Santos lançaram, no Palácio da Liberdade, o Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à Dengue, Chikungunya e Zika Vírus. A reunião contou com a presença de representantes das diversas secretarias e instituições do Estado, que também irão compor o comitê, de forma a otimizar as ações de controle ao vetor.
 
Na ocasião, o governador anunciou investimentos na ordem de R$ 30 milhões, provenientes do orçamento da Secretaria de Estado de Saúde, para que os municípios possam reforçar as ações dos agentes de endemias, dos agentes comunitários de saúde (ACS), das equipes de saúde da família e as ações de assistência.
 
Fonte: Assessoria de Imprensa - Copasa
 
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