06/01/2021 às 12h22min - Atualizada em 06/01/2021 às 12h22min

Aglomeração em fila de banco coloca em risco a saúde das pessoas em Leopoldina

Para o leitor, o Ministério Público, tem por obrigação agir em defesa da população e aplicar multa, a ser revertida em favor de entidades como o Asilo, a APAE, etc...

Edição: Luiz Otávio Meneghite
Fila formada na porta do banco em Leopoldina
O leitor do Jornal Leopoldinense, Marco Antônio Muniz, envia mensagem via WatshApp para criticar o fechamento da agência do Banco Itaú na Praça General Osório, em pleno período de pandemia, com  várias conseqüências nefastas à cidade de Leopoldina, uma delas, segundo ele,  a extinção de postos de trabalho retirando daqui emprego e renda.
 
O mais absurdo, segundo Marco Antonio “é que jogou os clientes literalmente no olho da rua aos transferi-los para a outra filial que têm na cidade localizada à rua Barão de Cotegipe onde estão sendo formadas filas enormes com aglomeração onde os cidadãos ficam expostos a sol escaldante ou chuva e a exposição ao contágio com a Covid. A fila de segunda-feira (4) teve um momento que ia da Conjuntec até o meio da Cotegipe onde está localizada a agência do banco”, relata o leitor, complementando que a fila é formada por pessoas humildes e idosos em sua maioria.
 
Para Marco Antonio Muniz o Ministério Público, tem por obrigação agir em defesa da população e aplicar multa, a ser revertida em favor de entidades como o Asilo,  da APAE entre  outras. E continua o leitor:  “o banco  tem por obrigação montar estrutura para atendimento decente aos clientes, ou alugando outra  loja, ou dobrando o número de caixas, enfim, prestar atendimento, digno e de qualidade a população.  é o que determina o Código de Defesa do Consumidor”. 
 

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