Outro dia, depois de muito tempo revi o filme Tubarão de 1975, ano em que nasci. Relembrei que além de tudo, a obra dirigida por Steven Spielberg, baseada no livro de Peter Benchley, tem uma crítica política ainda atual.
No fictício balneário de Amity Island, após a morte de uma moça por ataque de tubarão, o prefeito tenta negar o fato e impedir o chefe de polícia de interditar as praias, afinal, a cidade vive do turismo. Logo alguns pescadores e o prefeito apresentam um tubarão qualquer morto e dão a entender que o problema está resolvido, sob desconfiança do xerife. O resto vocês já sabem.
Leopoldina não tem mar, nem vive exclusivamente de turismo, mas tem alguns tubarões. Não é de hoje que por aqui, quase sempre que alguém tenta alertar sobre algum problema ou sugere alguma mudança em um setor ou outro, logo é taxado de “do contra”, atacado de forma muitas vezes covarde pelos puxa-sacos, amarra-cachorros ou idiotas uteis. Sejam eles ligados à Prefeitura, Câmara, justiça, policias, empresas, sociedades ou o escambau.
As vezes tentam ignorar, minimizar ou criam um factoide de forma a “desmentir” sem responder diretamente à crítica.
Não generalizo, e sei também que muitas críticas são puro besteirol e politicagem.
É sempre bom ouvir, ver, ler NA INTEGRA o que está sendo comunicado, para se for o caso, responder ou rebater com argumentos.
Infelizmente a ignorância e a preguiça andam juntas e muitos comentam o que nem leram, baseados apenas no título de uma matéria ou artigo ou no simples ouvir dizer.
É dessa ignorância e preguiça que se alimentam os tubarões.
Essa vai pra História..
Frases escutadas com os olhos que a terra há de comer
“Exijo o dia das Meninas da Rua da Zona, afinal elas seguem fazendo a felicidade dos leopoldinenses.”
Roberta Braga Lima sobre projeto do “Dia da Maionese”
“Já estão começando a aparecer os looks EXPOSIÇÃO. Bota longa, vestido curto, jaqueta com fru-fru na manga e chapéu. Oremos. Oremos.”
Junior Buonincontro no Facebook
“Quero comprar espaço na Expoleo pra fazer o Miss Piriguete. Vai ser sucesso ou fracasso ?”
Também do Junior Buonincontro