25/10/2014 às 19h52min - Atualizada em 25/10/2014 às 19h52min

Por que voto em Dilma?

Porque voto em Dilma!

Paulo Lucio  - Carteirinho

Por que voto em Dilma? Por vários motivos, desde partidário a ideológico, afinal, quem me conhece sabe que milito na esquerda. Mas gostaria deixar essa questão de lado e mostrar outros motivos. 

Para isso, cito um dia de trabalho, onde tenho contato diretamente com o povo, tendo em vista que sou carteiro e vejo ao vivo as  mudanças que foram feitas ao longo do tempo. 

A partir do momento que começo meu trabalho na rua me deparo com as realizações do governo.  Certo dia, entregando cartas ,  a primeira entrega do dia era  um cartão do Bolsa Família, onde uma família carente aguardava muito ansiosa. A alegria daquela família ao receber aquele cartão me arrepiou, dizendo que a partir de agora eles terão uma renda garantida para comprar comida e que seus filhos vão para a escola, deixando de ficar pedindo  esmolas.  

Falando em escola, devido o calor, sinto uma sede danada,   aproveito uma entrega na creche - construída através de uma parceria entres os Governo Federal e Municipal  -  para beber água. Enquanto bebo água, olho as crianças estudando e brincando, enquanto seus pais estão trabalhando mais tranquilos, pois sabem que seus filhos estão sendo bem cuidado. 

De volta as entregas  entrego uma fatura da Caixa Econômica. O destinatário abre e fala o valor, sendo  R$ 50,00. É  a primeira fatura do Minha Casa Minha Vida  que aquela família irá pagar e lembram  que até pouco tempo, eles pagavam  R$ 350,00 de aluguel, sendo que o imóvel nunca seria deles. Agora, além de ser uma quantia menor, eles estão pagando algo que no futuro será deles. 

Falando em casa própria, no mesmo dia entreguei uma outra fatura da Caixa Econômica, sendo do cartão Construcard, onde uma família tinha um terreno e conseguiu financiamento para construir. Por falar em construção, não poderia deixar de citar que por onde ando vejo  casas sendo  ampliadas e reformadas. Prédios sendo construídos. Aumentando o meu serviço, assim garantindo meu emprego. 

Duas ruas depois,  entrego um diploma de um curso superior,  de um estudante que estudou numa instituição particular sem pagar nada, tendo em vista que conseguiu uma bolsa através do Prouni. A alegria daquele jovem é algo que nunca foi esquecer, assim como a frase de seu pai: agora filho de  pobre é doutor.

Devido o calor, paro novamente para “abastecer” minha garrafa d'água. Dessa vez, no Posto de Saúde, onde vejo um médico cubano atendendo a população . Uma paciente elogia o médico, dizendo que ele é muito atencioso e carismático. Lembra que antigamente não tinha médico. Quando tinha, ele atendia apenas 1 hora, sendo apenas dez pacientes, muitas das vezes nem olhada no rosto do paciente. Agora não, o médico atende o dia todo, olhando da cabeça aos pés. 

Continuando a entrega, uma moradora me aborda na rua e pede para que eu deixe suas cartas  na casa da vizinha, tendo em vista que irá viajar para a Itália, onde está sua neta, estudando pelo  Ciência Sem Fronteiras. 

Por falar em viagem, entrego passagens de avião para um casal de idosos, que vão curtir as férias no Ceará, onde moram seus familiares. Eles lembrar que antigamente viajavam de ônibus, demorando três dias para chegar, agora vão de avião, sendo apenas 3 horas de voo.   

Algumas casas depois, entrego um documento de carro e de   moto numa mesma casa. O carro é do pai, e a moto do filho, que lembram  que por muito tempo tempo andaram a pé, mas que agora possuem  veículos. Sendo que acabaram de chegar do mercado,  com o porta-mala cheio de compras.  

Em uma casa, ao realizar a entrega encontro com meu amigo de serviço, que trabalha na kombi, entregando uma televisão de 32 polegadas e um videogame Play Station 4. O filho da dona da casa pulava de alegria e  chamou os colegas para jogarem juntos. 

Esse é a minha rotina de trabalho. Estou sempre em contato com o povo e vejo as mudanças. Vejo o povo mais feliz, comprando, conseguindo sua casa própria, tendo um carro na garagem, o filho estudando na faculdade, tendo um posto de saúde e uma escola perto de casa. Mas nem sempre foi assim. Por muito tempo, tudo isso que citei acima era coisa de rico. O pobre não tinha casa própria, quando tinham a casa precisava de reformas mas não tinham dinheiro; não tinham acesso a faculdade; andavam de ônibus; não tinham creche para os filhos estudarem, tendo que pagar alguém para olhar, ,ou deixar de trabalhar para olhar as crianças....

Mas isso mudou. Hoje vivemos no Novo Brasil. país com mais oportunidades. Mais igualitário. Por isso voto em Dilma e no PT, pois vejo que o Brasil melhorou.  E que precisa melhor ainda mais. Isso só será possível elegendo quem mais fez para o Brasil e não quem menos fez. 


 

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