26/04/2019 às 22h19min - Atualizada em 26/04/2019 às 22h19min

A Leopoldina que me acolheu. Por Paulo Cruz Martins Junqueira

Paulo Cruz Martins Junqueira

Nunca pensei em morar em Leopoldina. As boas lembranças da infância, nas vezes que estive aqui com meu avô Alkindar e minha avó Gilda, tio Ormeu, tia Graciema, tia Léa, tio Haroldo, outros muitos tios, tias, primos e primas. Sempre foram ótimas lembranças, muita jabuticaba, goiaba, os porcos, o gado, o leite, o queijo, a tranquilidade, o carinho. Muitas décadas se passaram...

Há pouco mais de dez anos, meu pai, ainda entre nós, me solicitou que eu viesse a Leopoldina, em função de uma correspondência familiar, por uma nova situação na propriedade. Assim sendo, cerca de um ano depois, me juntei ao primo Reinaldo na administração da Chácara do Desengano, parceria que veio até o final de 2018. Nunca pensei em morar em Leopoldina...

Durante esta década, vivi, e vivo, um tempo de estudo, trabalho, conhecimento, alegrias e bênçãos. Comecei passando quatro ou cinco dias por mês aqui, uma vez que trabalhava e tinha negócio em Itatiba/SP. Depois, fui me envolvendo e passei a ficar uma semana, dez dias a cada visita. Naturalmente, este envolvimento foi crescendo. Em função do trabalho aqui, eu convivia mais com as pessoas do Bela Vista e São Cristóvão. Posteriormente, no meio deste tempo, como iniciei a administração do gado do Desengano, me envolvi também com a comunidade agropecuária, onde encontrei pessoas de valor inestimável no trabalho, na dedicação, na história da família e do município. Já ficava quinze dias cá, quinze dias lá. Sempre aprendendo, principalmente com aqueles que me acolheram desde sempre, como o Luiz Otávio, o Salvianinho, fui vendo que já fazia parte desta comunidade pacata, acolhedora e que, nem mesmo o calor, seria obstáculo para morarmos aqui. Nunca pensei em morar em Leopoldina...

Desta forma, já há cinco anos eu e minha esposa resolvemos estar aqui e, mais recentemente, trouxemos meu filho. Não deixo de estar em Itatiba, onde mora minha mãe e ainda tenho negócios, mas já nos sentimos integrados na pequena princesa da Zona da Mata, a nossa Leopoldina. Entendemos, por tudo que se passou e que tem acontecido, que Deus nos trouxe para cá para cumprirmos com a vontade dEle em nossas vidas e somos extremamente gratos a Ele, por todas as bênçãos que tem nos dado, e aos amigos, amigas, irmãos e irmãs que tem nos acolhido com tanto carinho, compreensão e amor!

Leopoldina está em nossos corações, vocês estão em nossos corações!!!

Leia também... 
 
A Leopoldina que me acolheu.
Por Alexandre Carlos Moreira
Clique para ler... 
A Leopoldina que me acolheu.
Antônio Trajano Vieira Cortez
Clique para ler... 
A Leopoldina que me acolheu.
Luiz de Melo Sobrinho
Clique para ler... 

 
A Leopoldina que me acolheu.
Nelson Vieira Filho
Clique para ler... 
A Leopoldina que me acolheu.
Maria José Baía Meneghite
Clique para ler... 
A Leopoldina que me acolheu.
Max Alan Matheus
Clique para ler..
A Leopoldina que me acolheu.
Paulo Cruz Martins Junqueira
Clique para ler... 
A Leopoldina que me acolheu.
Ronald Alvim Barbosa
Clique para ler... 

Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »