15/09/2014 às 10h00min - Atualizada em 15/09/2014 às 10h00min

Economia!

Dessa vez, venho tratar de economia. Tema complicado, ainda mais para quem não é da área. Mas me atrevo a abortar o tema, deixando de lado os números e destacando outros fatores que estão ligados a economia.

O tema economia vem sendo abordado ultimamente, devido as eleições. A oposição pega carona em cima de alguns números negativos, como forma de taxar o governo de incompetente e que sua política fracassou . Os opositores defendem a velha politica do Estado para o Mercado, como se o mais importante fosse o mercado e não o povo.

Dentro dessa visão do Estado para o Mercado, os economistas trabalham em cima do PIB (Produto Interno Bruto), um dos principais indicadores do potencial da economia de um país. O PIB revela o valor  de toda a riqueza (bens, produtos e serviços) produzida por um país em um determinado período, geralmente um ano. Para eles, se o PIB estiver alto a economia do país está bem. Do contrário, a economia do país está mal.

Dentro dessa lógica do “Pibão”, alguns países vem adotando algumas medidas para aumentar seu PIB. A Itália por exemplo, resolveu incluir no PIB as atividades ilegais, como: tráfico de drogas, extorsão, prostituição e contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas.  Resta saber como a Itália irá calcular esses valores, já que não tem como contabilizar, afinal são atividades ilegais, pertencente ao “Mercado Negro”.

A atitude desesperadora da Itália traz para o debate a questão da riqueza do país, que vai além dos números dos indicadores. Dessa forma, analisar a economia em cima do PIB não diz muita coisa, já que existem outras fontes de riqueza e circulação de renda que não entram na contabilidade do PIB.

Destaco também, um novo conceito, o FIB (Felicidade Interna Bruta), um indicador sistêmico desenvolvido no Butão, um pequeno país do Himalaia. O conceito nasceu em 1972, elaborado pelo rei butanês Jigme Singya Wangchuck. Desde então, o reino de Butão, com o apoio do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), começou a colocar esse conceito em prática, e atraiu a atenção do resto do mundo com sua nova fórmula para medir o progresso de uma comunidade ou nação. Assim, o cálculo da “riqueza” deve considerar outros aspectos além do desenvolvimento econômico, como a conservação do meio ambiente e a qualidade da vida das pessoas.

O FIB traz o debate em torno da riqueza. Alguns se preocupam com os números, analisando a  valor da porcentagem  da economia, o ranking com outros países, como se esses valores fossem mais importante.

Mais importante que o valor da porcentagem do PIB é a distribuição de renda. Do que adianta um país tem uma grande porcentagem no PIB se sua riqueza está concentrada nas mão de poucos? País rico não é aquele te quem maior PIB, mas aquele que tem menos pobres. Onde a riqueza está sendo melhor distribuída.

Trazendo esse debate para o Brasil, a oposição insiste em criticar o baixo crescimento do PIB, taxando de “pibinho”. Por outro lado, esquece de citar os avanços sociais. O país vem apresentando a menor taxa de desemprego dos últimos tempos. Retirou milhões de pessoas da miséria. Elevou a classe média. Ou seja, houve uma melhor distribuição de renda.

Conclusão, apesar do PIB estar baixo, a economia do país estar boa, apesar da crise mundial. A inflação está controlada, dentro da meta do governo. Não faltam produtos, o povo continua consumindo.

Claro que tivemos uma queda, mas isso se deu devido o período eleitoral, que irá definir o futuro do país, o que acaba criando um clima de instabilidade, com isso, afastam s investidores, que estão aguardando o resultado das eleições para voltarem a investir.

Comprovamos isso, analisando a eleição de 2002, onde havia um clima de terrorismo, dizendo que se Lula ganhasse a eleição os empresários deixariam o país. Na época, Lula fez um carta aberta aos empresários, uma espécie de pacto, que contou com a ajuda de seu vice, José Alencar, um grande empresário.

Em ano eleitoral a economia é problemática, pois acaba fazendo parte do processo eleitoral. Devemos analisar a economia além dos números e do pessimismo da oposição. O Brasil é a sétima economia do mundo, faz parte do BRICs, é referência da América do Sul.

Nossa economia vai muito bem! 


Paulo Lucio Fernandes da Silva
CDD Leopoldina/MG
Matrícula 8957432-0

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