01/12/2019 às 14h11min - Atualizada em 01/12/2019 às 14h11min

Bastidores políticos que antecedem as eleições

Em outubro, escrevi um artigo falando a respeito das eleições 2020. Os bastidores políticos que antecedem as eleições. Recebi críticas e elogios. Alguns leitores criticaram dizendo que faltaram  pré-candidatos. Como Bernardo Guedes (filho do Bené Guedes) e  doutor Marco Antônio.   
 
Como disse no começo do texto, não viso favorecer ou prejudicar A ou B. Apenas registro aquilo que vejo e ouço. Minhas análises são feitas através das redes sociais, programas de rádios, conversa com lideranças e populares.
 
Não citei Bernardo e Marco Antônio por não ver por parte deles movimentações nesse sentido. Nem sei em qual partido estão filiados. Lembro que  Marco Antônio  quando saiu do PT  foi para o PRB. Tinha ido para outro partido, mas não sei o qual. Se não bastasse a questão partidária, tem a questão familiar. Vale destacar que Claúdia Conte, pré-candidata pelo PT,  é sua cunhada. Será que ele está disposto a concorrer contra? Contra seu antigo partido? Qual partido está filiado ou vai se filiar?
 
Em relação a Bernardo Guedes, a última vez que participou efetivamente da política foi em 2014. Quando foi candidato a deputado estadual pelo PHS. Atualmente, esse partido faz parte do  grupo do Zé Roberto, inclusive, é o partido da Kélvia, que é pré-candidata. O grupo do Bené  tem consigo o PDT e o PTB. Segundo sondanges me parece que Bernardo está no PTB. 

Por não saber de fato onde andam Marco Antônio e Bernardo Guedes, além de não ouvir muita coisa sobre  a pré-candidatura deles, não os citei. Mas  se tratando de grandes lideranças políticas e como fui cobrado por alguns leitores, acrescento na lista de pré-candidatos. Até porque, repito: não viso favorecer ou prejudicar A ou B.
 
 Dessa forma, temos atualmente como pré-candidatos: Bernardo Guedes (?), Breno Coli (PSD), Claúdia Conte (PT),  Godelo (PCdoB), Kélvia (PHS), Ivan Nogueira (PMDB),  Marco Antônio (?), Marcos Paixão (SD?),  Pedro Junqueira (PR) , Ricardo da Paf Pax (PSB), Roberto Brito (PSL) e    Rodrigo Pimentel (PV).
 
O cenário político é esse. Por enquanto nenhum desses anunciou desistência. Mas aos poucos uns vão dando sinal de que tende a apoiar um candidato. Semana passada por exemplo, aconteceu uma reunião entre o grupo do Ricardo (PSB), Bené (PDT e PTB) e do Rodrigo Pimentel (PV).  Tudo indica que esses quatro partidos estarão juntos.
 
A medida que os grupos vão se unindo a lista de pré-candidatos vai diminuindo. O que permitirá analisar melhor o cenário. Assim como o desembarque dos descontentes. Quem não concordar com as uniões tendem a sair do partido e ir para outro. Esse troca-troca de partido também permitirá analisar o cenário.
 
Além das conversas locais, está tendo também conversas fora da cidade. A velha política começa a entrar em campo. Forças ocultas atuam nos bastidores visando anular algumas pré-candidaturas. Para isso, usam da estratégia de  tomar o partido de alguns pré-candidatos. Inclusive, um parece que  já perdeu o partido. Vale destacar que sem partido não tem como a pessoa concorrer. Mas  ainda tem tempo para conseguir  outro partido. Resta saber se lá na frente não vão tomá-lo.
 
Enquanto os grupos vão conversando, continua o silêncio do Zé Roberto. Conversando com lideranças políticas, muitas  falam que isso é normal. Zé Roberto não é de fazer campanha para outro candidato.  O que explica o fato dele não conseguir fazer sucessor. Normalmente seu grupo perde as eleições as quais Zé Roberto não disputa. Resta saber se dessa vez Zé Roberto vai participar.  
 
O cenário político é esse. Tende a mudar já no começo de 2020. Assim que surgir novos fatos, farei  um novo texto.

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